domingo, 8 de setembro de 2013

Minha turma de 5º ano e eu

Atividade extra-classe, num dia qualquer: Grupo 1

Atividade extra-classe, num dia qualquer: Grupo 2

Aula de Matemática: Medidas de Área.

UMA POSTURA FRENTE AO "ERRO"


                                                           
    O erro faz parte da vida humana. Sempre existiu e, infelizmente, nunca deixará de existir. A sua ocorrência é entendível, pois afinal “não nascemos sabendo tudo”. Observância e análise criteriosa desse fato são necessárias, em todo tempo da vida, para que haja um contraste entre o que é o correto e o que é incorreto em determinadas situações e assim possamos optar pelo óbvio, por aquilo que dá direção e que leva a uma melhor posição, que é o acerto. Esse processo faz parte da aprendizagem.
   Somos eternamente incompletos, e por que não dizer incorretos?
Somos humanos, e por essa natureza não somos oniscientes, então estamos a cada dia aprendendo e, se assim estamos, é porque antes não sabíamos, e se não sabíamos, errávamos! Nunca deteremos todo o saber, deste modo sejamos então maleáveis diante do erro do outro! Pensando assim e sabendo da falibilidade de nossa memória, não tenho medo de dizer ao meu aluno, quando não sei uma resposta por ele me feita, que “estaremos pesquisando para poder sanar tal dúvida” fazendo assim creio que ele se dará conta um dia de que são nas pesquisas que adquirimos informações, saberes; e que qualquer pessoa em qualquer tempo poderá buscá-los para sua própria formação e informação constante e infindável e ainda “estaremos” pesquisando porque eu devo instigar meu aluno a tal busca do saber através da pesquisa.
     Importante também pautar a questão da diversidade de saberes e opiniões existentes entre os povos, pois o que pode ser errado para um, poderá ser considerado certo para outro. Deve-se ser cauteloso ao tratar de assuntos polêmicos, pois os debates com aberturas para opiniões tanto podem informar quanto deformar uma relação amistosa entre pessoas de um mesmo grupo escolar. Por se tratar de um grupo diverso é comum que encontremos variadas formas de pensar devido a uma também variada forma familiar de educar filhos. É importante atentar às diversas contribuições em seus diferentes aspectos para que haja equilíbrio, harmonia e tolerância entre os envolvidos no assunto tratado em sala de aula.

domingo, 1 de setembro de 2013

MEUS ARTESANATOS

 SUPORTES SUSPENSOS PARA PLANTAS (cores e tamanhos variados) ESTANTES SUSPENSAS COMBINADAS COM VIDRO E MADEIRA (cores, tamanhos e modelos variados)


Suportes suspensos - cores variadas
Suporte com 4 "pernas"
Estante simples com vidro




suporte amadeirado quadrado

Escola: uma reflexão

     Quando se pensa escola, principalmente a tradicional, logo nos vem à mente um local fechado, com janelas altas onde os alunos não tenham acesso visual aos acontecimentos fora da sala de aula para que estes não impeçam os educandos de concentrarem-se nas aulas; local que na hora do recreio haja um ambiente de contato, comunicação verbal entre estudantes, e que brincadeiras e travessuras imperem em suas atividades. 
    Também se pensa numa sala de aula com o professor à frente, com quadro de giz e alunos quietos, só colhendo informações e participando de forma a não atrapalharem o bom andamento da aula. Em tudo isso há pontos positivos e negativos, pois é óbvio que isso tudo é necessário para que haja um eficaz aprendizado, porém isso não é suficiente numa escola, principalmente nos dias atuais. Hoje é preciso muito mais que quatro paredes e um quadro de giz para que tentemos conservar nossos alunos nos bancos escolares. Ainda mais quando nos deparamos com realidades muito além das que almejamos encontrar, em que as crianças e jovens são resultados de uma sociedade deturpada e marginal às melhores condições de vida que habitualmente estávamos acostumados a conviver até pouco tempo atrás.
    É sabido que esses estudantes não refletem a totalidade da comunidade escolar, mas é urgente se pensar neles, pois é aí que vemos maior necessidade de termos meios diversificados, atraentes e aprazíveis a eles para que gostem de estarem na escola para aprender. Além do mais temos não só essa clientela nas escolas, mas muitos alunos realmente interessados em aprender e exigentes quando aos métodos usados para qualidade de ensino.
Por: Marilei Guazina
Setembro de 3013

AS MÍDIAS E OS ADOLESCENTES: SUAS MODIFICAÇÕES NAS FORMAS DE PENSAR E AGIR, IMPLICAÇÕES NAS RELAÇÕES COM OUTRAS GERAÇÕES E IMPACTOS NO COTIDIANO ESCOLAR.


     As mídias modificam as formas de agir e de pensar de crianças e jovens da atualidade porque estes estão à mercê de informações e “deformações” de inúmeras origens. Ao mesmo tempo em que podem formar opiniões, podem também deformar a educação dada pelos pais e pela escola. A televisão oferece programas, isto é, ideias já formuladas, histórias concluídas, não sendo preciso o telespectador raciocinar para se chegar a um fim. Os jogos, por outro lado, estimulam o raciocínio do jogador, porém a maioria deles, ou os quais as crianças mais gostam, não têm um fundo educativo, não trazem cultura, pelo contrário trazem a ideia de violência e, por serem jogos têm infinitas possibilidades de procedimentos para se ganhar, por isso envolvem, “viciam” o jogador. A internet então, ainda mais envolvente se apresenta, pois além de informações, fontes para conhecimentos e pesquisas, imagens, sons, jogos traz também inúmeras possibilidades de comunicação imediata entre os interligados, não exigindo deles uma correta forma de fala e de escrita.
        As implicações dessas mudanças na relação com as gerações anteriores são inúmeras. Por causa das mudanças de comportamentos, grande parte das gerações anteriores vai dizer “modernas e sem-educação” as novas gerações, em contrapartida muitas destas dizem “arcaicas e retrógradas = quadradas” as gerações anteriores. E isto, principalmente nos dias atuais em que a sociedade está cada vez mais informatizada.
     Essas mudanças também impactam o cotidiano escolar porque, se quando tínhamos somente os escritos em papéis (livros, enciclopédias etc.) como meios de comunicação e aprendizagem sentíamos dificuldades em fazer os estudantes se concentrarem para que a aprendizagem acontecesse, ainda mais agora que as mídias estão presentes na maioria das casas de nossos estudantes, e não somente nas casas, mas em aparelhos móveis possibilitando estarem interligados 24 horas por dia com imagens animadas. Isto é bom e ruim! Bom porque é possível em todo lugar estarem em contato com o conhecimento, porém a maioria das crianças e adolescentes não faz uso das tecnologias móveis para adquirir cultura e sim para comunicação em linguagem coloquial e contatos em redes sociais e jogos, por isso ruim.
Marilei Guazina 
set/2013